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Watson IBM diagnostica forma rara de leucemia em paciente no Japão

10 de agosto de 2016
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Sistema de computação cognitiva da IBM deu diagnóstico correto após médicos humanos terem errado doença de mulher de 60 anos

Médicos da Universidade de Tóquio reportaram que o sistema de inteligência artificial da IBM, o Watson, diagnosticou um tipo raro de leucemia em uma mulher de 60 anos, que foi diagnosticada incorretamente meses antes.

E o Watson levou apenas 10 minutos para isso. A tecnologia conseguiu o feito ao comparar as mudanças genéticas da paciente com uma base de dados de 20 milhões de artigos científicos sobre câncer. Ao oferecer um diagnóstico preciso, médicos agora conseguirão dar um tratamento apropriado e mais assertivo a paciente, aumentando as chances de sua recuperação. Segundo a mesma universidade, Watson também diagnosticou outra forma rara de leucemia em outro paciente.

O sistema de computação cognitiva da IBM tem sido alimentado com casos e milhões de páginas de artigos de pesquisa desde 2011 e desde 2013 se tornou disponível para médicos e companhias de seguro de saúde.

Pesquisadores ao redor do mundo têm colocado sistemas de inteligência artificial como a próxima fronteira da medicina. O recente diagnóstico feito pelo Watson reforça como a tecnologia pode ser útil no contexto médico. Com tecnologias similares, médicos humanos não precisariam gastar anos em pesquisa para identificar uma doença rara ou esperar para que outros pesquisadores e universidades avancem a pesquisa. Para isso, eles só precisariam informar os dados de um paciente. E com um diagnóstico preciso, o processo de cura fica mais próximo da realidade.

Além de diagnosticar doenças raras, o Watson poderia oferecer doses ideais de medicamentos para cada paciente baseado em seu histórico genético.

A capacidade do Watson para analisar o significado e contexto da linguagem humana e rapidamente processar informações para encontrar respostas precisas, pode auxiliar nas tomadas de decisão de médicos e enfermeiros, identificar conhecimentos e informações enterrados em grandes volumes de informação e oferecer respostas que não podem ter considerado para ajudar a validar as suas próprias ideias ou hipóteses.

Os pesquisadores da IBM passaram quatro anos desenvolvendo o Watson. A máquina é capaz de processar 80 trilliões de operações (teraflops) por segundo. Tem cerca de 2.800 núcleos de processadores IBM Power7 e 16 terabytes de memória funcional. Na construção do Watson, a IBM usou tecnologia do MIT, University of Texas, University of Southern California, Rensselaer Polytechnic Institute, University at Albany, University of Trento, University of Massachusetts e Carnegie Mellon University.

*Foto: Divulgação/IBM

 

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